Butterscotch Pudding

Butterscotch é uma espécie de caramelo cremoso que leva manteiga, açúcar e creme. Nome comprido de receita fácil, esse Butterscotch Pudding que encontrei na revista Gourmet de fevereiro de 2009 é mais fácil de acertar do que aquelas caixinhas de poeira colorida e aromatizada que misturamos ao leite, levamos ao fogo, deixamos na geladeira e que a Vó Dinah chamava genérica e desdenhosamente de Pudim Medeiros.

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Pudim de Café

Era assinante e está em São Paulo a derradeira edição da Gourmet. A equipe não sabia que a revista ia fechar, então dá aquela sensação de “normalidade” pré hecatombe. Como sempre, tem matérias bem feitas e receitas que, pelo menos comigo, sempre dão certo. Essa aqui, que se chamava Café au Lait Pudding no original, teve suprimidos o açúcar do creme (não precisava nem um pouco) e o extrato de baunilha (muita coisa ali, já) e incluído um toque de chocolate em pó (só pra fazer uma graça). Continue reading

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Pudim de Leite da Vó Dinah (e da Maria Arlete, da Íria, da Iraí)

De cintura larga, cabelos até a cintura, saia até o joelho, decote até o pescoço, rosto apagado e sobrancelhas revoltas, Maria Arlete não assistia à televisão, não ouvia rádio, fazia questão de deixar bem claro que ‘não era de desfrutes’. Vi uma foto dela comigo, eu devia de ter uns dois, três anos. Ela ajudava na limpeza da casa da mãe. Por debaixo da casca estudadamente pudica, tinha duas grandes taras, por assim dizer: sabonete Francis e pudim de leite.

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Pudim Assado com Banana

Pudim com Banana

Precisava inaugurar minha forma de silicone vermelha com buraco no meio e decoração de gominhos. Ando numa fase “gominhos” desde que adquiri a Tupperware Mágica empregada no Flan de Maracujá.

O único obstáculo, afora a infinidade de receitas possíveis, era acertar na quantidade do preparado, pois a forma é mais larguinha e baixa, parece não dar conta de receitas muito generosas.

Optei então por uma espécie de clafoutis mais consistente, que já havia testado uns anos atrás. A receita veio numa revista para senhoritas preocupadas com a cintura, motivo pelo qual não contém gordura e preconiza ainda o uso de leite de soja e adoçante culinário. Receita light… um pouco demais, até. Como não faço questão nem de um nem de outro, acabei por adaptar a receita ao meu gosto e ao que tinha em casa. Mantive a ausência de gordura, troquei o adoçante por açúcar, usei leite comum com iogurte natura e vingou!

Ingredientes:

  • 2 bananas-prata
  • 3/4 de xícara de farinha de trigo
  • 1/2 xícara de açúcar [no original era adoçante, não recomendo]
  • 1 pitada de sal
  • 4 ovos
  • 1/2 xícara de leite
  • 1/2 xícara de iogurte natural [no original era só leite, mas gosto de misturar iogurte sempre que possível]
  • 1 colher de chá de essência de baunilha
  • 1 colher de chá de fermento em pó [precisar, não precisava, pus somente para testar]
  • canela em pó (opcional)
  • açúcar de confeiteiro para polvilhar

Como Fazer:

  1. Ligue o forno para preaquecer e unte a forma com margarina.
  2. Descasque e corte as bananas em rodelas, depois coloque-as na forma untada. Não é necessário atentar-se à decoração, pois a massa é bastante líquida e vai arruinar o desenho. Apenas cuide para distribuí-las uniformemente
  3. Numa tigela, deite o trigo, o açúcar e o sal. Adicione os ovos e bata com o batedor de arame ou colher de pau até incorporar bem.
  4. Junte o leite misturado com o iogurte e misture, apenas.
  5. Adicione a baunilha e o fermento (se quiser). Está pronta a massa.
  6. Despeje-a na forma, polvilhe com canela e leve ao forno médio. Leva uns 20 minutinhos.
  7. Espere arrefecer um pouco, polvilhe açúcar de confeiteiro e sirva morninho, frio ou gelado.

Há pouco tempo descobri que existem no mundo pessoas que nutrem verdadeira ojeriza pela banana. Se você for uma delas, recomendo substituir as inomináveis pela fruta que mais gostar, desde que macia para cozinhar rápido e pouco ácida para não desonerar a massa.

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