Eis que Dadivosa sentou ontem no sofá do programa do Ronnie Von, ao lado da Tatu, da Faby e da Fafi (que não tem site).
Impressionou-me o cuidado e carinho da produção, a atmosfera de trabalho e a alegria de todos os envolvidos. O que dizem do Príncipe é mesmo verdade. Gentilíssimo (a ponto de me incluir na categoria de superjovem!), simpático, olhar verde-água hipnotizante, bem-humorado e charmoso.
Se calhar de o Leitor e a Leitora estarem em frente ao televisor no dia, será impossível não notar que, malgrado o acolhimento do anfitrião, eu estava mais vermelha do que os cabelos. Sem saber onde colocar as mãos e sentindo o que pareciam ganchos puxando minhas bochechas num assustador arremedo de riso, não tenho lembrança das palavras que conseguiram escapar da minha boca. Claro está que me faltam traquejo e soltura de espírito, para dizer o mínimo e ter autocomplacência.
Achei muita graça em ser considerada para uma pauta que intentava discutir o comportamento de gente superjovem e ultramoderna, pois (terão a oportunidade de conferir), não me encaixo em nenhuma das duas descrições. Mas a vontade de bater bolinho e o apreço pelas coisas de vó superam, ao meu ver, quaisquer rótulos que já existam ou venham a ser criados por aí.
Sr. Dadivoso, que assistiu à gravação, muito fez troça de meu acanhamento. De longe, chegou a gesticular loucamente na tentativa de me lembrar de pedir um beijo especial para a Vogra, mas foi tudo tão rápido! A carne tremelicava, os ossos estavam em cacos e a timidez era tamanha que não percebi o tempo passar.
Ainda vasculhava a mente por um fiozinho de argúcia, ou uma solução mágica que me fizesse pronunciar algo vagamente articulado e interessante que me desse a chance para falar da velhinha quando o apresentador deu a última piscadela para a câmera e um moço de preto veio retirar o microfone.
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O programa, que tem ainda a banda do Thunderbird e o chef do Consulado Mineiro (verão que surpresa querida ele nos fez!!), vai ao ar na segunda-feira, dia 29, às dez da noite, na TV Gazeta.