
(foto: divulgação)
Dia desses me agarrou a vó Dinah. Tive ímpetos não de bater um bolinho, mas sim de fazer massa. Nunca havia me aventurado no amassa-estica-estica-estica-estica, muito embora soubesse que não era complicado, porque as maiores delícias são assim: simples.
Simples, porém trabalhosas, como comida de vó. Via de regra, essas receitas-tesouro têm meia dúzia de ingredientes, duas frases de instruções de preparo e algumas horas de labuta. É o caso das rosquinhas de polvilho da bisa Lina, da sobremesa de banana da vó Nair, dos charutinhos e esfihas da Vogra…