
“Oh, j’ai cassé un oeuf!” foi uma das primeiras frases que aprendi em francês, junto com a Marselhesa e “J’ai cassé le DO de ma clarinete / J’ai cassé le DO de ma clarinete/ Ah, si papa il save ça/ tralala…”
A frase do ovo quebrado, se a vista não me pisca, estava lá para ensinar os números, eram slides (coisa mais antiga) de uma visita à feira livre. Tinha também as pommes-de-terre, que na minha cabeça não eram batatas, e sim maçãs desesperadas, presas n’algum túnel junto com as minhocas. Não me recordo de como acabava a história do ovo quebrado, se o feirante ficaria bravo e cobraria pelo estrago, ou se abriria um sorriso e deixaria pra lá.
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