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	<title>Dadivosa</title>
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		<title>Abobrinha Marinada</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 23:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dadivosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[abobrinha]]></category>
		<category><![CDATA[entrada]]></category>
		<category><![CDATA[petisco]]></category>
		<category><![CDATA[vegetariano]]></category>

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		<description><![CDATA[A parte mais difícil da receita foi cortar as abobrinhas sem cortar os dedos na mandoline. Juntei umas ideias daqui e dali e fiquei pensando que poderia ter juntado também uma folha de louro, uns grãos de mostarda&#8230; fica para &#8230; <a href="http://www.dadivosa.org/2012/02/02/abobrinha-marinada/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Abobrinha Marinada" src="http://farm8.staticflickr.com/7144/6803850177_136a5dfc94.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
<p>A parte mais difícil da receita foi cortar as abobrinhas sem cortar os dedos na <em>mandoline</em>. Juntei umas ideias daqui e dali e fiquei pensando que poderia ter juntado também uma folha de louro, uns grãos de mostarda&#8230; fica para a próxima, ou próximas <img src='http://www.dadivosa.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Ingredientes:</strong></p>
<ul>
<li>2 abobrinhas</li>
<li>1 colher de sopa rasa de sal</li>
<li>120 ml de azeite de oliva</li>
<li>2 dentes de alho</li>
<li>2 pimentas dedo de moça (ou menos, se preferir)</li>
<li>1 cebola roxa pequena</li>
<li>60 ml de vinagre de arroz</li>
<li>+ sal a gosto</li>
<li>folhas de hortelã para servir</li>
</ul>
<p><strong>Como fazer:</strong></p>
<ol>
<li>Lave bem e corte as abobrinhas em fatias de 1 mm, descartando as pontas. Use a <em>mandoline</em>, o processador de alimentos, ou um ralador bem afiado. Se tiver destreza e paciência, pode ser na faca mesmo.</li>
<li>Misture 1 colher de sopa rasa de sal às abobrinhas, envolvendo-as bem. Deite-as num escorredor ou peneira, com um peso em cima, por 30 minutos. Elas vão soltar água.</li>
<li>Enquanto isso, pele os alhos, corte-os ao meio, retire o germe (aquele miolo que começa a brotar) e fatie fininho. Deixe-os mergulhados no azeite, dentro da panela desligada.</li>
<li>Lave bem, corte ao meio e retire as sementes e o cabo das pimentas. Corte-as também em fatias as mais finas que conseguir. Reserve.</li>
<li>Descasque e pique a cebola roxa em fatias finas também. Reserve.</li>
<li>Passados os 30 minutos das abobrinhas, passe-as por água corrente para retirar o sal, escorra-as bem e depois esprema-as delicadamente com as mãos para ajudar a retirar a água.</li>
<li>Ligue o fogo e vigie. Quando o óleo começar a borbulhar ao redor do alho picado, junte as abobrinhas, mexa com cuidado e refogue por 2 minutos, só para aquecer, sem deixar dourar. Desligue o fogo.</li>
<li>Sobre as abobrinhas, junte a cebola, o vinagre, a pimenta e acrescente mais sal, se desejar. Guarde numa vasilha com tampa na geladeira e deixe lá por umas 4 horas. Fica ainda mais gostoso no dia seguinte, ou dois dias depois.</li>
<li>Na hora de servir, salpique hortelã fresca cortada em fatias finas. Fica bom sobre um pão rústico levemente tostado, ou como acompanhamento de um grelhado daqueles de toda vida que a gente faz correndo no meio da semana.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.dadivosa.org%2F2012%2F02%2F02%2Fabobrinha-marinada%2F&amp;title=Abobrinha%20Marinada" id="wpa2a_2"><img src="http://www.dadivosa.org/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Creme de Cenoura &#8216;Concentrado&#8217; com Laranja e Iogurte</title>
		<link>http://www.dadivosa.org/2012/01/23/creme-de-cenoura-concentrado-com-laranja-e-iogurte/</link>
		<comments>http://www.dadivosa.org/2012/01/23/creme-de-cenoura-concentrado-com-laranja-e-iogurte/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 18:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dadivosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[cenoura]]></category>
		<category><![CDATA[iogurte]]></category>
		<category><![CDATA[salgado]]></category>
		<category><![CDATA[sopa]]></category>

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		<description><![CDATA[Já tinha lido em algum lugar sobre o uso de bicarbonato de sódio para cozinhar cenouras e abóboras&#8230; e seu &#8216;poder&#8217; de concentrar esses sabores. Com todos os (poucos) ingredientes em casa, escolhi a receita do blog El Comidista, que &#8230; <a href="http://www.dadivosa.org/2012/01/23/creme-de-cenoura-concentrado-com-laranja-e-iogurte/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Creme de Cenoura &quot;Concentrado&quot;" src="http://farm8.staticflickr.com/7003/6750205311_8855934a75.jpg" alt="" width="334" height="500" /></p>
<p>Já tinha lido em algum lugar sobre o uso de bicarbonato de sódio para cozinhar cenouras e abóboras&#8230; e seu &#8216;poder&#8217; de concentrar esses sabores. Com todos os (poucos) ingredientes em casa, escolhi a receita do blog <a href="http://blogs.elpais.com/el-comidista/2012/01/receta-crema-zanahoria-caramelizada-naranja-yogur/comments/page/2/#comments" target="_blank">El Comidista</a>, que adaptei aqui e ali.</p>
<p><strong>Ingredientes </strong>(rende 4 porções)</p>
<ul>
<li>750 g de cenouras</li>
<li>50 g de manteiga (a receita original pede 100g, achei por bem diminuir e funcionou)</li>
<li>sal</li>
<li>1/2 colher de chá (rasa) de bicarbonato de sódio</li>
<li>100 ml de água ou caldo caseiro</li>
<li>4 laranjas</li>
<li>1 pote (200g) de iogurte natural não adoçado</li>
<li>a erva fresca de sua preferência (no original era coentro, usei cebolinha verde)</li>
<li>flor de sal (opcional)</li>
</ul>
<p><strong>Como fazer:</strong></p>
<ol>
<li>Descasque e corte as cenouras em rodelas de mais ou menos um centímetro.</li>
<li>Transfira o iogurte para um pote, junte uma pitada de sal e misture com um batedor de arame por mais ou menos um minuto. Reserve na geladeira, coberto com plástico filme, até a hora de servir.</li>
<li>Derreta a manteiga em fogo baixo, numa panela grande de fundo grosso, adicione o bicarbonato,  meia colher de chá rasa de sal (você pode ajustar o sal depois), as cenouras e misture.</li>
<li>Cubra a panela com a tampa e cozinhe, em fogo baixo, por 30 minutos. Dê uma espiada de vez em quando e remexa um pouco as cenouras. Elas formarão uma camada cor de caramelo, é normal.</li>
<li>Desligue o fogo, junte a água ou caldo e triture tudo (com mixer de mão ou no liquidificador, com cuidado).</li>
<li>Na hora de servir, reaqueça a sopa (se for tomá-la quente), junte o suco recém-espremido das laranjas e misture bem. Divida a sopa em quatro tigelas, coloque por cima o iogurte preparado, salpique a cebolinha verde picada e, se quiser, um pouco de flor de sal.</li>
</ol>
<p>As cenouras ficam incrivelmente doces (quase enjoativas) e o iogurte faz toda a diferença aqui. A receita é tão fácil e prática que vale a pena espremer essas quatro laranjinhas na hora, pois suco de caixinha nesse caso &#8216;não vai ornar&#8217; <img src='http://www.dadivosa.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . Se você achar que não vai dar conta de consumir tudo na hora, guarde a sopa antes de adicionar o suco, para que ele não amargue.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.dadivosa.org%2F2012%2F01%2F23%2Fcreme-de-cenoura-concentrado-com-laranja-e-iogurte%2F&amp;title=Creme%20de%20Cenoura%20%26%238216%3BConcentrado%26%238217%3B%20com%20Laranja%20e%20Iogurte" id="wpa2a_4"><img src="http://www.dadivosa.org/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O gosto do outro</title>
		<link>http://www.dadivosa.org/2012/01/13/o-gosto-do-outro/</link>
		<comments>http://www.dadivosa.org/2012/01/13/o-gosto-do-outro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 19:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dadivosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[“Cada vez que me besaba me escribía un poema en la boca.” Fermín, o cozinheiro do livro Los Insaciables*, não apenas absorvia os amores e o mundo por seu aguçado paladar. Tinha também o dom de identificar os ingredientes que &#8230; <a href="http://www.dadivosa.org/2012/01/13/o-gosto-do-outro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Cada vez que me besaba me escribía un poema en la boca.”</em> Fermín, o cozinheiro do livro<strong> Los Insaciables*</strong>, não apenas absorvia os amores e o mundo por seu aguçado paladar. Tinha também o dom de identificar os ingredientes que davam a eles, aos amores e às coisas do mundo, seu gosto particular e único.</p>
<p>Parece que tudo começou quando deu <strong>o primeiro beijo</strong> de verdade de sua vida. A boca de Clarita tinha sabor de<em> “tostada con jamón y miel”</em>. No mesmo dia, Fermín chegou em casa determinado a recriar o gosto de Clarita. Deu-se por satisfeito às três da manhã, quando à torrada com presunto cru e mel juntou uns grãos de pimenta, uma pitada de noz moscada, um pouco de pimenta vermelha esmagada, meia cebola caramelizada com vinho do porto e queijo fresco.</p>
<p>Ali mesmo, na página 16, uma pergunta-cisma de meses atrás volta a me importunar. <strong>Seria o primeiro beijo um caminho sem volta?</strong> Refiro-me a todos os possíveis primeiros beijos que se possa experimentar em dia de vida: o primeiro-primeiríssimo, obviamente, e também o primeiro de cada nova paixão, novo amor, atração antiga, namorico de verão, casinho despretensioso, amigo-com-quem-se-dorme etc. etc. etc..</p>
<p>Seriam eles transformadores do curso de uma vida, já que por coisa de segundos a criatura não passou debaixo daquele prédio, naquela rua, naquele instante em que cairia uma gigantesca bigorna A.C.M.E. em sua cabeça? Teriam os primeiros beijos um caráter irreproduzível, dado o conjunto de sentimentos e sensações provocadas, entre arrepios, derretimentos, toques, não-toques, contexto, temperatura, umidade, pressão e, sim, o gosto do outro? <strong>É possível rebeijar pela primeira vez a mesma pessoa e derreter-se igual?</strong></p>
<p><strong></strong> <strong>Já achei que sim, já achei que não, decidi que não sei.</strong> O que sei é que Fermín continuou a beijar Clarita e a voltar pra casa para aprimorar a receita. Descobriu que para ralar a noz moscada devia usar uma faca de serrinha, melhorava o resultado. Juntou também um pouco de sálvia. E sei que Fermín preferia o sabor às palavras: <em>“El sabor no engaña, te llega directo. No te deja un recado en el contestador ni te manda un mensaje en una botella, te toca el paladar y comprendes enseguida.” </em><strong>Saber-se pelo gosto, isso também sei, vale mais do que saber-se pelo que é dito&#8230;</strong></p>
<p>Compreender o sabor, saber o gosto do outro é <strong>gostar na profundeza</strong>. É conseguir entender, num beijo no cangote ou lambida em qualquer parte, do que o outro é feito: fel, coragem, culpa, preguiça, virtude, noites em claro, filmes trash, humor ácido, baunilha, a cozinha (sempre ela), mel, chocolate, lichia&#8230; Está tudo ali, disponível pra quem quiser desvendar com o paladar os recônditos, saliências e reentrâncias da companhia da vez, tanto as do tipo imortal-posto-que-é-chama, quanto as do infinito-enquanto-dure.</p>
<p>Fica um pouco mais difícil saber o outro pelo gosto quando não se tem o paladar absoluto e a frieza de Fermín. Pode-se confundir as coisas e os sabores, como daquela vez em encontrei num moço que, nas mesmas coordenadas de longitude e latitude, tinha um sabor de <strong>sucrilhos com leite</strong>, tal e qual o de um amor antigo. Antes mesmo que ele me seduzisse com suas artimanhas, senso de humor, personalidade, gestos e carinhos, deixei-me conquistar. <strong>Pelo gosto que era do outro.</strong></p>
<blockquote><p><em>*<strong>Los Insaciables</strong> é o primeiro romance de Jakob Gramss. Comprei em Madri, em meio a tantos outros que me fizeram  ter de comprar uma mala extra. Estou lendo muito aos poucos, pois não quero que acabe. Mais ou menos aquele &#8216;não querer que acabe&#8217; do primeiro beijo, ou de um abraço de despedida. </em></p></blockquote>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.dadivosa.org%2F2012%2F01%2F13%2Fo-gosto-do-outro%2F&amp;title=O%20gosto%20do%20outro" id="wpa2a_6"><img src="http://www.dadivosa.org/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pão de Leite</title>
		<link>http://www.dadivosa.org/2011/12/16/pao-de-leite/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 10:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dadivosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[pão]]></category>

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		<description><![CDATA[Num misto de atenção redobrada, paciência, intrepidez e talvez alguma sorte, ando acertando a mão com pães, finalmente. Este veio de The Mixer Bible, livro dedicado a receitas para se fazer com determinada marca de batedeira. Originalmente, é chamado de &#8230; <a href="http://www.dadivosa.org/2011/12/16/pao-de-leite/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Pão de Leite" src="http://farm8.staticflickr.com/7018/6511757463_687776c676.jpg" alt="" width="500" height="333" /><br />
Num misto de atenção redobrada, paciência, intrepidez e talvez alguma sorte, ando acertando a mão com pães, finalmente. Este veio de The Mixer Bible, livro dedicado a receitas para se fazer com determinada marca de batedeira. Originalmente, é chamado de Farmhouse White Bread, mas pra mim é pão de leite mesmo <img src='http://www.dadivosa.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Eis a receita adaptada:</p>
<p><span id="more-1545"></span></p>
<p><strong>Ingredientes:</strong></p>
<ul>
<li>375 ml de leite integral</li>
<li>1/4 de xícara de manteiga sem sal, cortada em cubinhos</li>
<li>1 tablete de 15 g de fermento fresco</li>
<li>125 ml de água morna (38<sup>o</sup>C)</li>
<li>2 colheres de sopa de açúcar</li>
<li>1 colher de sopa de sal</li>
<li>5 a 6 xícaras de farinha de trigo</li>
<li>1 1/2 colher de chá de manteiga sem sal, em temperatura ambiente</li>
<li>1 ovo batido com 1 colher de sopa de água (omiti)</li>
</ul>
<p><strong>Como fazer:</strong></p>
<ol>
<li>Em uma panela, aqueça o leite com 1/4 de xícara de manteiga até a manteiga derreter. Deixe esfriar até chegar a uma temperatura de 38<sup>o</sup>C . Usei um termômetro, mas poderia ter testado sobre a pele.</li>
<li>Na vasilha da batedeira, dissolva o fermento com o açúcar, adicione a água morna e 1 xícara de farinha de trigo. Deixe descansar até formar bolhas, cerca de 5 minutos. Junte a mistura de leite morno e o sal. Com o batedor de pá, misture em velocidade 2 até homogeneizar. Junte mais 3 xícaras de farinha de trigo, meia xícara por vez, até a mistura formar uma massa.<br />
<em>Atenção: não é qualquer batedeira que pode ser usada para fazer massa de pão. Se estiver em dúvida, pode fazer o processo na mão mesmo. Vai levar um pouco mais de tempo, mas funciona também. </em></li>
<li>Troque o batedor de pá pelo gancho. Em velocidade 2, continue a misturar a massa, adicionando meia xícara de farinha quando necessário, até formar uma bola de massa lisa e elástica. Continue a bater por mais 2 minutos, adicionando uma colher de sopa de farinha, se necessário, só para que a massa não grude. Retire a massa da vasilha, forme uma bola com as mãos. Coloque a massa outra vez na vasilha, unte com a manteiga em temperatura ambiente e cubra levemente com plástico filme. Deixe crescer em local abrigado do vento por uma a duas horas, até dobrar de volume<br />
<em>Nessa hora, Leitor e Leitora, surge compromisso inesperado. Não vai dar pra ficar esperando a massa crescer, eliminar o ar, deixar crescer mais uma vez, abrir, enrolar, colocar na forma, deixar crescer e assar. Seriam bem umas 5 horas de lida. Mas aprendi uma dica que tenho usado com frequência: deixar a massa na geladeira. Sim, coberta com plástico filme, de um dia para o outro, o fermento continua a agir. Se optou por esse caminho, deixe a massa voltar à temperatura ambiente por pelo menos uma hora antes de seguir para o passo 4. </em></li>
<li>Retire o plástico e pressione a massa várias vezes para retirar as bolhas de ar. Pode dar uns soquinhos. Forme uma bola novamente, cubra com plástico filme e deixe crescer até dobrar de volume, cerca de uma hora.</li>
<li>Coloque a massa numa superfície levemente enfarinhada. Corte ao meio e cubra uma parte com plástico filme enquanto trabalha na outra. Abra a massa em um retângulo de mais ou menos 25 X 20 cm. Enrole pelo lado mais comprido, como se fosse um rocambole. Aperte bem as extremidades e coloque a massa em forma de pão (com capacidade para 2 litros) untada. Faça o mesmo com a outra metade. Cubra levemente com plástico e deixe crescer por uma hora. Enquanto isso, preaqueça o forno a 200<sup>o</sup>C.</li>
<li>Se for usar o ovo, pincele a massa com a mistura agora. Asse os pães por 25 a 30 minutos, até dourar. Retire-os das formas e espere esfriar antes de fatiar (se conseguir!).</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.dadivosa.org%2F2011%2F12%2F16%2Fpao-de-leite%2F&amp;title=P%C3%A3o%20de%20Leite" id="wpa2a_8"><img src="http://www.dadivosa.org/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Quase notícias</title>
		<link>http://www.dadivosa.org/2011/12/12/quase-noticias/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 01:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dadivosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pitadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem posso dizer que tenho cozinhado pouco (na minha casa e fora dela), mas ando bastante ocupada com assuntos não pertencentes ao perímetro do fogão, o que às vezes me faz esquecer que ainda tenho uma Dadivosa dentro de mim. &#8230; <a href="http://www.dadivosa.org/2011/12/12/quase-noticias/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem posso dizer que tenho cozinhado pouco (na minha casa e fora dela), mas ando bastante ocupada com assuntos não pertencentes ao perímetro do fogão, o que às vezes me faz esquecer que ainda tenho uma Dadivosa dentro de mim.</p>
<p><strong>Sinto falta de vocês</strong>, leitora e leitor queridos, por isso passo agora pra contar que:</p>
<ul>
<li>Comprei um<strong> moedor de carne</strong>, daqueles de encaixar na batedeira. Continua na caixa, deve dar o ar da graça em 2012.</li>
<li>Meio sem querer, tenho acertado a mão nos pães.</li>
<li>Mais sem querer ainda &#8211;  e com pesar &#8211; fiz uma <strong>cuca de goiabada</strong> bem mais ou menos, que pegou no fundo, ressecou, a farofa ficou doce demais. Acontece.</li>
<li>Consegui acomodar quatro litros de sorvete no mini-congelador, em formas, forminhas e formões. Usei duas bandejas como prateleiras. Uma delas não sai mais, <strong>vai morar ali dentro</strong>.</li>
<li>Parti um radicchio ao meio e cozinhei em um dedo de água, sal e manteiga. Foi meu jantar agorinha mesmo.</li>
<li>Confirmei que as coisas (e eu) entram (entramos) nos eixos quando volto a cozinhar.</li>
<li>Cortei dedos e queimei a mão algumas vezes, nada grave. E faz tempo que não quebro nada em casa (não espalhem!).</li>
<li>As <strong>lichias</strong> começaram a aparecer outra vez, tenho uma caixa delas na geladeira. Vez ou outra tiro a sorte grande, que é quando a semente é mais estreita e a polpa mais carnuda.</li>
<li>Na geladeira também tem salada lavada, mamão, ameixa preta, ricota, manteiga, queijos (parmesão, grana padano, de cabra fresco, de cabra curado), iogurte e <strong>não muito mais</strong>.</li>
<li><a href="http://www.amazon.com/Table-Comes-First-Family-Meaning/dp/0307593452/ref=sr_1_1?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1323653319&amp;sr=1-1" target="_blank">The Table Comes First</a> é meu novo livro de cabeceira. Estou apaixonada, leio de pouquinho em pouquinho e com aperto no coração, como naqueles intermináveis abraços e repetidos beijos de despedida.</li>
<li>Deixei <strong>grão de bico</strong> de molho em água e sal (uma colher de sopa pra cada litro) por 8 horas, cozinhei, escorri bem, tirei as cascas todas, passei numa mistura de azeite, sal, pimentón dulce, pimentón picante e tostei no forno até ficar crocante.</li>
<li>Minha máquina de esticar massa foi encontrada e voltou pra minha cozinha, depois de um ano de separação.</li>
<li>Daqui a oito dias, café do Babbo e comida da Mãe!</li>
</ul>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.dadivosa.org%2F2011%2F12%2F12%2Fquase-noticias%2F&amp;title=Quase%20not%C3%ADcias" id="wpa2a_10"><img src="http://www.dadivosa.org/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Tu me sabes&#8230;</title>
		<link>http://www.dadivosa.org/2011/11/17/tu-me-sabes/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 15:37:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dadivosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>

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		<description><![CDATA[- Tu me sabes. - É, eu te sei. (A gente se sabe e,  no momento, não careço de mais nada.) Não é sempre que nos vemos, mas cada vez &#8211; como se fosse a derradeira, e um dia ela &#8230; <a href="http://www.dadivosa.org/2011/11/17/tu-me-sabes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="." src="http://farm7.static.flickr.com/6097/6353497729_1a7a4748bb.jpg" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p>- Tu me sabes.</p>
<p>- É, eu te sei.</p>
<p><em>(A gente se sabe e,  no momento, não careço de mais nada.)</em></p>
<p>Não é sempre que nos vemos, mas cada vez &#8211; como se fosse a derradeira, e um dia ela chega! &#8211;  é gostoso como sempre foi, como dar boa noite e bom dia num espaço de 3 horas, como aliviar a tensão de um dia esquisito ou dividir pequenas alegrias, partilhar segredos, receitas e planos, ganhar e dar colo, fazer macarrãozinho com manteiga RONI e parmesão, passar um café, olhar os livros trazidos da viagem, sussurrar palavras doces e chulas e bobagens e grandes questões da humanidade, o vazio do universo e o espaço infinito…</p>
<p>Pouco se me dá se não temos um do outro toda a atenção do mundo, se não somos vistos passeando de mãos dadas pela praça e que nossa história seja mais bem privada e não tenha um nome certo.  Ela é escrita a lápis, como as últimas receitas que registrei no caderno novo, em meio às incertezas que acolhi e respeito como parte da vida impermanente. Importa mesmo é se saber desse jeito e sentir juntos o aquecer e arrefecer das poucas e sempre últimas horas.</p>
<p>Não há poder, nem comando, nem chefia, nem submissão.  Também não há contrato. Ele não é só meu. Não sou só dele. Saio por aí, passo horas envolvida em outros temas, esticando-me, dobrando-me e permanecendo nas pontas dos pés sob a mira daqueles espelhos todos. Saio pra jantar longe dele, na maioria das vezes. Diz ele que tem ciúmes, eu rio e faço de conta que acredito.</p>
<p>Fosse um moço, não seria alto nem baixo demais, magro nem gordo demais. Misturado ao povaréu de São Paulo, andaria com as costas eretas, príncipe desencanado de camisa xadrez, calça jeans, tênis e uma barba de três dias.</p>
<p>Mas ele <strong>não é gente</strong>.  Não é gente, tampouco coisa, embora às vezes brinquemos que somos objeto um do outro.  Ele está mais para… por falta de palavra melhor… um signo, uma representação, um tema, uma ideia, vá lá&#8230;</p>
<p>Não se pode ter ciúmes de uma cozinheira eventual. Sobretudo esta, sobretudo por nos sabermos assim.  E se <a href="http://www.dadivosa.org/2011/08/30/cuando-cocino-me-pasan-cosas/" target="_blank">cuando cocino me pasan cosas</a>, é sempre diante de ti e de tuas distintas materializações que elas acontecem, na minha casa e na de outrem. Sou feliz ao teu lado, fazendo sopa ou assando um bolo e nessas horas não careço de mais nada. Conheço tuas manhas e bocas, gosto do teu cheiro e sinto tua presença ao virar-me de costas, de avental e vestido. E tu me sabes como ninguém mais, <strong>Fogão</strong>.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.dadivosa.org%2F2011%2F11%2F17%2Ftu-me-sabes%2F&amp;title=Tu%20me%20sabes%26%238230%3B" id="wpa2a_12"><img src="http://www.dadivosa.org/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Creme de Cenoura com Arroz de Jasmim</title>
		<link>http://www.dadivosa.org/2011/11/14/creme-de-cenoura-com-arroz-de-jasmim/</link>
		<comments>http://www.dadivosa.org/2011/11/14/creme-de-cenoura-com-arroz-de-jasmim/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 16:32:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dadivosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[arroz]]></category>
		<category><![CDATA[cenoura]]></category>
		<category><![CDATA[salgado]]></category>
		<category><![CDATA[sopa]]></category>

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		<description><![CDATA[É você quem vai definir a consistência dessa receita, usando mais ou menos água. Coisa de meia hora, vive bem na geladeira e fica mais gostosa no dia seguinte. Ingredientes: (4 porções) 1 colher de sopa de manteiga 2 colheres &#8230; <a href="http://www.dadivosa.org/2011/11/14/creme-de-cenoura-com-arroz-de-jasmim/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Creme de Cenoura com Arroz de Jasmim" src="http://farm7.static.flickr.com/6053/6343947143_f257b8c09c.jpg" alt="" width="334" height="500" /></p>
<p>É você quem vai definir a consistência dessa receita, usando mais ou menos água. Coisa de meia hora, vive bem na geladeira e fica mais gostosa no dia seguinte.</p>
<p><strong>Ingredientes: </strong>(4 porções)</p>
<ul>
<li>1 colher de sopa de manteiga</li>
<li>2 colheres de sopa de cebola bem picada</li>
<li>as folhas de 1 ramo de tomilho-limão</li>
<li>2 colheres de sopa de arroz de jasmim cru</li>
<li>500 g de cenouras descascadas e picadas</li>
<li>1 colher de chá de sal (ou a gosto)</li>
<li>água</li>
<li>200 g de iogurte natural</li>
<li>4 colheres de chá de cebolinha verde francesa picada</li>
<li>flor de sal</li>
</ul>
<p><strong>Como fazer:</strong></p>
<ol>
<li>Derreta a manteiga em uma panela, junte a cebola e deixe murchar.</li>
<li>Adicione o tomilho, o arroz, as cenouras picadas e o sal. Refogue por uns 2 minutos, mexendo sempre.</li>
<li>Cubra com água fria, ultrapassando as cenouras em 2 centímetros.</li>
<li>Cozinhe com a panela semitampada até as cenouras ficarem macias.</li>
<li>Bata no liquidificador ou mixer (se quiser fazer um purê, retire um pouco da água e reserve-a antes de bater), adicione mais água, se preferir uma sopa mais líquida.</li>
<li>Sirva com uma colherada de iogurte, cebolinha e flor de sal. Se desejar, pode pingar umas gotas de limão siciliano, que também fica gostoso.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.dadivosa.org%2F2011%2F11%2F14%2Fcreme-de-cenoura-com-arroz-de-jasmim%2F&amp;title=Creme%20de%20Cenoura%20com%20Arroz%20de%20Jasmim" id="wpa2a_14"><img src="http://www.dadivosa.org/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Uma daquelas saladas</title>
		<link>http://www.dadivosa.org/2011/11/09/uma-daquelas-saladas/</link>
		<comments>http://www.dadivosa.org/2011/11/09/uma-daquelas-saladas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 05:52:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dadivosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[beterraba]]></category>
		<category><![CDATA[croûtons]]></category>
		<category><![CDATA[queijo]]></category>
		<category><![CDATA[rúcula]]></category>
		<category><![CDATA[salada]]></category>
		<category><![CDATA[salgado]]></category>
		<category><![CDATA[tomate]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se é parte calor, parte privação de sono, parte rebuliço e parte inapetência, vai-se à cozinha de avental azul, faixa no cabelo e assam-se beterrabas, confitam-se tomates amarelos e lava-se aquela folharada toda. Porque a cozinha, mesmo em tempos &#8230; <a href="http://www.dadivosa.org/2011/11/09/uma-daquelas-saladas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Salada de Rúcula, Tomate Confitado, Beterraba Assada, Queijo de Cabra e Croûtons" src="http://farm7.static.flickr.com/6107/6327481303_8037e0ed0f.jpg" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p>Quando se é parte calor, parte privação de sono, parte rebuliço e parte inapetência, vai-se à cozinha de avental azul, faixa no cabelo e assam-se beterrabas, confitam-se tomates amarelos e lava-se aquela folharada toda. Porque a cozinha, mesmo em tempos revoltos (e sobretudo neles), é mais um daqueles <a href="http://www.dadivosa.org/2011/08/20/de-ressaca-a-mal-de-amor/" target="_blank">Cs que curam</a>.</p>
<p>E faz-se uma daquelas comidas que revigoram os olhos, o corpo e a cabeça. No prato: um punhado de folhas de rúcula lavadas e secas, tomates &#8216;sweet&#8217; amarelos confitados*, beterraba orgânica bem lavada e assada em papel alumínio com a casca**, queijo de cabra curado e cubos de pão fritos*** no azeite onde foram confitados os tomates, um pouco de flor de sal, algumas gotas de vinagre de cava e pimenta moída na hora.</p>
<p>* <a href="http://www.dadivosa.org/2011/10/31/tomates-confitados/" target="_blank">Tomates Confitados</a></p>
<p>** <a href="http://www.dadivosa.org/2010/08/26/beterrabas-assadas-com-gorgonzola/" target="_blank">Beterrabas Assadas</a></p>
<p>*** <a href="http://www.dadivosa.org/2008/03/17/uma-caneca-de-salada-ou-como-fazer-croutons/" target="_blank">Croûtons</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.dadivosa.org%2F2011%2F11%2F09%2Fuma-daquelas-saladas%2F&amp;title=Uma%20daquelas%20saladas" id="wpa2a_16"><img src="http://www.dadivosa.org/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tomates Confitados</title>
		<link>http://www.dadivosa.org/2011/10/31/tomates-confitados/</link>
		<comments>http://www.dadivosa.org/2011/10/31/tomates-confitados/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 14:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dadivosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[salgado]]></category>
		<category><![CDATA[tomate]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontrei tomates cereja tão bonitos quanto os da foto. Foram ao forno baixo, por meia hora imersos em azeite com sal Maldon, sem mais. Poderia ter juntado pimenta, ervas quaisquer, alho, vinagre balsâmico, açúcar&#8230; não achei que precisasse, e não &#8230; <a href="http://www.dadivosa.org/2011/10/31/tomates-confitados/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 343px"><img title="Tomates Cereja" src="http://farm7.static.flickr.com/6044/6298712450_f6818a25dc.jpg" alt="" width="333" height="500" /><p class="wp-caption-text">Tomates cereja no mercado de Vevey</p></div>
<p>Encontrei tomates cereja tão bonitos quanto os da foto. Foram ao forno baixo, por meia hora imersos em azeite com sal Maldon, sem mais. Poderia ter juntado pimenta, ervas quaisquer, alho, vinagre balsâmico, açúcar&#8230; não achei que precisasse, e não precisou.</p>
<p><strong>Ingredientes:</strong></p>
<ul>
<li>400 g de tomate cereja (com cabinho, se encontrar)</li>
<li>200 ml de azeite (aproximadamente)</li>
<li>sal em escamas (usei Maldon) ou sal grosso esmagado no pilão</li>
</ul>
<p><strong>Como fazer:</strong></p>
<ol>
<li>Ligue o forno para preaquecer.</li>
<li>Lave e seque os tomates. Disponha-os sobre um recipiente que possa ir ao forno, em uma única camada, sem que haja muito espaço entre eles, tampouco que fiquem uns sobre os outros.</li>
<li>Polvilhe o sal, cubra com o azeite.</li>
<li>Leve ao forno baixo por 30 minutos. Sirva quente, morno ou frio.</li>
<li>Pode virar entrada (sobre fatias de pão tostado com alho), entrar numa quiche, virar salada com queijo de cabra&#8230;Ao sair do forno, fora de foco, à noite e com o celular, os meus ficaram assim, puro amor:</li>
</ol>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 250px"><img title="Tomates Confitados sem Foco" src="http://farm7.static.flickr.com/6091/6298713278_f9a3f44580_m.jpg" alt="" width="240" height="240" /><p class="wp-caption-text">Tomates Confitados sem Foco (foto noturna de celular)</p></div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.dadivosa.org%2F2011%2F10%2F31%2Ftomates-confitados%2F&amp;title=Tomates%20Confitados" id="wpa2a_18"><img src="http://www.dadivosa.org/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Muito mais fomes escondidas</title>
		<link>http://www.dadivosa.org/2011/09/17/muito-mais-fomes-escondidas/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 20:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dadivosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>

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		<description><![CDATA[Corei e sorri apertando os olhos quando ele me comparou à crème pâtissière cheia de pintinhas de baunilha que recheava um sonho parecido com esse da foto. Detalhes como país, idioma, autor e época da vida são irrelevantes para Leitor &#8230; <a href="http://www.dadivosa.org/2011/09/17/muito-mais-fomes-escondidas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Sonho" src="http://farm7.static.flickr.com/6076/6156145375_7518ff9168.jpg" alt="" width="350" height="350" /></p>
<p>Corei e sorri apertando os olhos quando ele me comparou à <strong>crème pâtissière</strong> cheia de pintinhas de baunilha que recheava um sonho parecido com esse da foto. Detalhes como país, idioma, autor e época da vida são irrelevantes para Leitor e Leitora, pois o que me arrebatou agora não foi a lista de similitudes sensoriais que se pode identificar numa comparação dessas.</p>
<p>O que me tirou o chão enquanto comia um sonho com café preto de manhã, sorria e corava e apertava os olhos ao lembrar do galanteio foi uma terrível constatação: se tenho tantas pintas e sardas na pele branca quanto essa crème pâtissière, se pareço ser salpicada de pontinhos pretos, então<strong> minhas fomes tem muito mais esconderijos</strong> do que eu imaginava. Elas não vivem só <a title="Fomes Escondidas" href="http://www.dadivosa.org/2011/04/18/fomes-escondidas/" target="_blank">naquele cortiço em formato de coração entre o umbigo e o manúbrio</a>. Elas estão pelo corpo inteiro!</p>
<p>Percebi que Dadivosa, que já esteve de castigo no cortiço, tem usado todos os tipos de fomes para me mandar recados. Descobri ser ela a líder da vez no comando de uma rede descentralizada muito eficiente (embora às vezes devastadora) de pequenos agentes. Há dias vem usando como mensageiros mudos a inapetência, a insônia, a falta de noção espacial (consegui cair enquanto estava parada, estatelando os dois joelhos no concreto), apela recusando-se a cozinhar qualquer coisa que não aquele macarrão com manteiga e parmesão e agora essa: enviou a fome-reminiscência que me deu esse estalo.</p>
<p style="text-align: left;">Minha cara nesse instante (fiz questão de checar no espelho, na exatidão que a gravidade do assunto exige) tem olhos de terror, sobrancelhas de preocupação e uma mordida no lado esquerdo do lábio inferior. Assusta-me saber que essas pintas todas podem abrigar fomes que desconheço, sentimentos não identificados e portanto perigosos em potencial. Preocupa-me saber que muito provavelmente venho lidando mal com essas fomes e devo ter feito alguma besteira. Mordo o lábio concentrada na determinação não de repassar todos os microacontecimentos dos últimos dias, mas de buscar as condições de tempo-espaço-temperatura-pressão para que a mistura de leite, gemas, açúcar, farinha, manteiga e fava de baunilha não desande nem vire outra coisa, para que resulte doce, sedosa, perfumada, agradável, gostosa,<strong> descomplicada e feliz</strong> como tem de ser&#8230; para mim e para quem a provar.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.dadivosa.org%2F2011%2F09%2F17%2Fmuito-mais-fomes-escondidas%2F&amp;title=Muito%20mais%20fomes%20escondidas" id="wpa2a_20"><img src="http://www.dadivosa.org/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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