Babbo toca violão muito bem. Autodidata e eclético até não mais poder, vai de pérolas do cancioneiro popular ao rock inglês, passando pelas melodias francesas dos anos dourados, pela bossa nova e pela Arca de Noé de Vinícius.
Embora eu tivesse o disco, preferia as interpretações do Babbo para o pato pateta, o leão-leão-leão-és-o-rei-da-criação…
Datam dessa mesma época minhas primeiras experiências na cozinha da vó Dinah e nas performances musicais.
Com quatro anos, a vó me deixava brincar com a massa de macarrão e ser sua sous-chef. E com quatro ou cinco anos foi registrado em fita cassete meu primeiro dueto com o Babbo. A música também era de Vinícius, em parceria com Tom Jobim, mas não falava de porquinhos que iam pro céu, nem de casas muito engraçadas.
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