A todos os que por aqui passaram e deixaram seus votos de feliz aniversário, feliz mudança e feliz dia da árvore…
Muito obrigada!!!
;***
(Foto do site da Intuitif)
Estou engolindo os brincos, como se diz quando o sorriso é largo e gostoso. Chegou hoje um pacotinho carregado de amô vindo da querida Katita.
O conteúdo não poderia ser mais apropriado para uma Dadivosa:
Como falei para a Katita, minhas receitas disputarão a tapa a honra de entrar para o caderninho do amô! Ainda não decidi qual critério usar, mas não tardarei a inagurar essa belezinha, nem que tenha de fazer um intensivo de caligrafia!!!!
Katita, você acertou em cheio, fez uma Dadivosa contente e sim, pude sentir daqui todo o pensamento de carinho com o qual você planejou esse mimo. ;***
Obrigada, mais uma vez!

Uma virada de tempo e uma gripe à espreita foram a inspiração para esta sopa-creme reconfortante.
Ingredientes (para 1 pessoa):
Como fazer:
Um recado…
O Leitor e a Leitora sentirão diminuir a freqüência de meus cozinhados nos próximos dias. Trata-se de uma semana particularmente assoberbada, pois mudaremos de apartamento na sexta-feira, dia 16, pré-carnaval, meu aniversário.
Conduzirei minha folia entre serpentinas de plástico-bolha, confetes de miudezas para organizar e marchinhas compostas com o som de abrir caixas. A comemoração ficará para depois, quando a casa estiver minimamente habitável.
Tomei conhecimento de um lugar simpaticíssimo via Marcelo Katsuki, do Comes & Bebes, que está na minha lista de blogs de comida recomendados.
Na página “Quem Somos“, a primeira que visitei, notei uma identificação imediata entre a Madame Berinjela e a Dadivosa Interior. Intentava por lá passar antes de divulgar o site, mas achei tudo tão delicado e útil que resolvi indicar o endereço para o Leitor e a Leitora.
Assim que visitar o estabelecimento pessoalmente, contarei tudo por aqui.
Por hora, delicie-se você também com as fotos, receitas e dicas em www.madameaubergine.com.br .

Já ouvi dizer que botar sal demais na comida é sinal de cozinheira apaixonada. Discordo, pois acho que o enamoramento (seja ela por gente, bicho, coisa ou comida) é potencializador de sensibilidade, não combina com comida salgada demais. Há que diga que a paixão embota os sentidos, eu acredito que os aviva e revigora.
Um coração poeirento necessita de muito tempero para acordar, ao passo que um amor à flor da pele faz acender na língua o mais ínfimo grânulo da flor do sal.
Minhas modestas intenções culinárias para 2007 mostraram-se bastante mais factíveis do que eu imaginara. Com exceção do segundo item, que está um pouco enroscado, todo o resto dá sinais de conseguimento.
Uma delas, particularmente, muito me alegra o coração: ajudar o Leitor e a Leitora a libertar sua Dadivosa interior. Como prova e registro dessas conquistas tão cheias de sentimento e realização, inauguro a partir de hoje a série Dadivosas Libertas, resultado da discreta, porém eficiente campanha:
E a Dadivosa Liberta de hoje é a Mawá. Ela gentilmente mandou a resposta para estas cinco perguntinhas:

Tenho a impressão de que quase tudo o que provei pode ser considerado comida de memória. Junto com os cheiros, os sons e os sentimentos, o gosto das coisas também imprime marcas na lembrança das pessoas. Podem ser líricas ou tétricas, felizes ou taciturnas, saborosas ou repugnantes, mas lá estão se você souber procurar com o interesse afiado e o coração descerrado.
Por conta do estado de superlotação culinário-afetiva em que se encontra meu sótão, tive imensa dificuldade em escolher uma receita que estivesse à altura do evento de Comida de Memória, tão gentilmente organizado pela Valentina.
Decidi falar daquilo que, para mim, é o melhor tipo de reaproveitamento culinário, vencendo até o atualmente tão incensado (e delicioso) bolinho de arroz: a sopinha de feijão.