Arroz de Castanha de Caju e Cenoura

Arroz de Castanha de Caju e Cenoura

O marido, incentivador e cobaia de minhas experiências culinárias, inúmeras vezes é o responsável pelos lampejos que antecedem a confecção de algum prato. Seja por trazer um ingrediente, um novo livro de culinária, uma receita anotada no papel, ou por lançar-me um desafio.

Esta receita foi inspirada na mescla de duas outras que tenho anotadas em meu fichário vermelho e teve como inspiração as deliciosas castanhas de caju trazidas pelo consorte diretamente de Natal.

Ingredientes:

  • 1 xícara de arroz lavado e escorrido
  • 1 colher de sopa cheia de manteiga de boa qualidade (a margarina aqui não dá o mesmo resultado)
  • 1 fio de óleo
  • 1 cebola média bem picadinha
  • 1 dente de alho beeeeeeem picadinho
  • 1 cenoura grande ralada
  • 1 ½ xícara de água
  • 1 xícara de suco de laranja
  • ½ xícara de castanha de caju torrada
  • sal a gosto (usei uma colher de sobremesa rasa)

Como Fazer:

  1. Junte a água e o suco de laranja e leve ao fogo.
  2. Leve a manteiga com um tantinho de nada de azeite para aquecer. A função do óleo é evitar que a manteiga queime muito rápido.
  3. Refogue ali a cenoura, a cebola, o sal e o alho até amolecer. Junte o arroz e mexa mais um pouco para refogar também.
  4. A essa hora, a misturinha de água e suco deve estar fervendo. Junte ao refogado, mexa para desgrudar o  arroz, junte as castanhas e abaixe o fogo.
  5. O tempo de cozimento do arroz varia enormemente. Portanto, recomendo apenas tampar parcialmente a panela e deixar em fogo baixo, sob sua vigilância. Quando aparecerem os furinhos na superfície do arroz e a água tiver quase secado, cubra com a tampa, desligue o fogo e deixe descansar assim por uns 10 minutos antes de servir.

Resista à tentação de adicionar qualquer outro tempero, pois a combinação de manteiga, cebola, alho, cenoura, suco de laranja e castanha resulta tremendamente agradável.

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Pesto de Nozes sem Alho

Tem dias em que, além de bater um bolinho, agarra-me uma vontade de bater temperos no pilãozinho. Foi por isso que ontem, em pleno feriado em São Paulo, pus-me a preparar uma receita ultra-rápida e saborosa para o almoço.

Comprei um belo maço de manjericão fresco, pus água a ferver para a massa curta e atirei-me ao prazer da batucada aromática.

Subverti a receita original, no entanto:

  • Tenho uma certa aflição de comer alho cru e evito-o sempre que posso. Acho que no pesto, particularmente, fica muito pesado e indigesto. Pulei essa parte.
  • Troquei os pinoles por nozes e o sabor ficou ótimo. Da próxima vez tentarei com castanha de caju.
  • O parmesão da receita original foi suprimido por pura falta de memória. Olvidei-me de comprá-lo quando fui buscar o manjericão, mas não achei que fez muita falta no resultado final, pois as nozes deram uma textura interessantíssima.

A receita fiz a olho, não tem muito como precisar os ingredientes. Mas tentarei dar as indicações para que a leitora e o leitor pelo menos tenham um guia de como fazer.

Ingredientes:

  • um punhado generoso de folhas frescas e lavadas de manjericão (deve ter dado umas 40 folhas)
  • 1/4 xícara de nozes
  • 6 grãos de pimenta-do-reino branca
  • 1 colher de chá de sal grosso
  • 2 colheres de sopa de azeite para misturar e mais (a gosto) para finalizar

Como Fazer:

  1. Leve todos os ingredientes ao pilãozinho e entregue-se àquele bate-soca-esmaga terapêutico com vontade.
  2. O sal grosso ajuda a triturar as folhinhas, parece mágica!
  3. Prove para ver se está de acordo com seu gosto, adicionando mais deste ou daquele ingrediente,se preferir. Normalmente utiliza-se mais azeite, mas minha idéia era obter um molho mais levinho. Faça o seu como preferir.
  4. Quando escorrer a massa, que deve estar al dente, lembre-se de guardar um pouco da água quente (umas duas colheres de sopa servem). Ela vai ajudar a envolver melhor o molho. No meu caso, coloquei essa água dentro do pilãozinho, junto com o pesto, e em seguida misturei tudo à massa.
  5. O processo todo levou uns 20 minutos, desde a hora em que coloquei a água para ferver. Muito prático, não? E não suja quase nada de louça, ponto fundamental quando se está com preguiça, sem assistente, ou ambos :)
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Quibes Assados que Parecem Fritos

Quibes Assados que Parecem Fritos

Gosto muito de utilizar pimenta síria em pratos árabes, seja como parte integrante da receita, seja como pozinho mágico para ornar um arroz na hora de servir.

Também conhecida como ba-har, ou bhar, a pimenta síria é um composto bem equilibrado que leva: pimenta-da-jamaica, pimenta-do-reino preta e branca, canela, cravo e noz-moscada.

Nesta receita de quibe, ela cumpriu muito bem seu papel de conferir um gostinho das arábias sem brigar com os sabores da carne e da hortelã.

Muito embora exija um preparo antecipado, pois o trigo precisa ser demolhado por uma horinha, pelo menos, a leitora e o leitor poderão perceber que é muito fácil e prático produzir esses deliciosos bolinhos. As quantidades a seguir servem quatro pessoas como prato principal.

Ingredientes:

  • 1 xícara de trigo para quibe
  • 4 xícaras de água
  • 600 g de carne moída sem gordura (usei patinho)
  • 1 cebola grande
  • 2 dentes de alho
  • 2 colheres de sopa de hortelã
  • 1 colher de chá (bem cheia) de pimenta síria
  • 1 colher de sopa rasa de sal
  • 1 colher de sopa de cebolinha verde picada
  • suco de 1 limão verde
  • azeite de oliva para untar a forma

Como Fazer:

  1. Coloque o trigo em uma vasilha e cubra com a água. Deixe assim, descansando, por pelo menos uma hora.
  2. Escorra muito bem o trigo, que a esta hora deve estar intumescido e bem mais macio, apertando-o bem com as mãos. Reserve.
  3. Ligue o forno na temperatura máxima para preaquecer.
  4. No liquidificador, bata a cebola, o alho, a hortelã, a pimenta, o sal, a cebolinha e o suco de limão. Utilize a tecla de pulsar para facilitar o trabalho. Não é necessário adicionar mais líquidos, pois a própria água contida na cebola já é suficiente.
  5. Numa tigela grande, coloque a carne moída, recém saída da geladeira, o trigo espremido e o temperinho do liquidificador.
    Neste momento, a senhora ou o senhor deverá usar as mãos para garantir que a mistura ficará perfeita, que nenhuma porçãozinha de carne ficará órfã de sabor. Na verdade, a maneira tradicional de temperar o quibe é passar a carne o trigo e os temperos pela máquina de moer. Como não disponho de tal equipamento e tenho a impressão de que se tivesse seria capaz de revestir os azulejos da cozinha com respingos mil, usei essa técnica mais simples, porém não menos eficaz.
  6. Unte uma forma grande com um pouco de azeite de oliva. Utilizei uma redonda revestida de teflon e foi na medida. Com as mãos, molde os quibes no formato que desejar: oblongos, esféricos, achatados ou “freestyle”, caso não tenha muita habilidade.
    O importante é que saiam mais ou menos do mesmo tamanho para cozerem por igual. Vá acomodando os quibes na forma untada.
  7. Regue as belezinhas com um fio de azeite, ou, caso esteja num dia mais contemplativo, unte-as uma a uma com as mãos mesmo.
  8. Leve ao forno quente e mantenha os sentidos em alerta para não queimar. Estarão prontos quando crepitarem no fundo e estiverem dourados. Na dúvida, faça o sacrifício de abrir uma das bolinhas e comê-la para certificar-se de que está bem cozida.
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Bolo Mármore com Cacau em Pó

Bolo Mármore com Cacau em Pó

A receita original deste bolinho simpático veio de meu fichário vermelho, mas suspeito que a tenha copiado de alguma revista Cláudia.Foi a primeira vez que a testei, um pouco desconfiada, confesso, pois tudo me parecia simples demais, sem bater claras em neve, sem fazer o creminho de manteiga com açúcar, batendo tudo junto de uma vez na batedeira. Mas vingou bem, pois minha já tão conhecida experiência com desastres culinários me fez parar e pensar por um segundo antes de jogar a massa pelos ares :)

Usei cacau em pó no lugar do achocolatado, pois queria um bolinho diferente e ficou espetacular! O cacau é um pouco mais difícil de se misturar à massa, por não conter açúcar. Parecia que não daria liga, mas fui astuta ao adicionar a água, que tornou tudo mais fácil.

Usei uma forma de pão/ bolo inglês de 12 cm por 25 cm e uma xícara de medida com 200 ml de capacidade.

Como pode-se ver na foto, é um bolo mais branco do que negro, mas a proporção de massa com cacau pode ser modificada de acordo com seu paladar e com o efeito visual que desejar.

Ingredientes:

  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 xícara de açúcar
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • ¾ xícara de leite
  • ½ xícara de manteiga ou margarina em temperatura ambiente (usei margarina mesmo)
  • 2 ovos
  • 1 colher de chá de essência de baunilha
  • 2 colheres de sopa de cacau em pó + 2 colheres de sopa de água

Como Fazer:

  1. Ligue o forno para preaquecer. Você vai assar esse bolinho em temperatura moderada, de média para baixa.
  2. Unte a forma de bolo inglês com margarina, cuidado para não deixar nenhum cantinho sem. Acostumei-me a usar um pincel exclusivo para esse fim, que mantenho na geladeira embrulhado em papel alumínio. É mais fácil e menos baguncento.
  3. Polvilhe a forma com farinha. Para quem nunca realizou essa tarefa, aqui vai uma breve explicação: coloque mais ou menos uma colher de sopa de farinha na forma. Com delicadeza e amor, vá virando a forma e dando leves batidinhas nas laterais de forma que a farinha passeie por todos os cantinhos, agarrando-se com a margarina no meio do caminho. A forma precisa ficar toda branquinha. Para retirar o excesso, vire a forma e bata-a de leve sobre a pia. Reserve a forma preparada.
  4. Leve todos os ingredientes, com exceção do cacau e da água, para dentro de uma tigela.
  5. Agora que vem o pulo do gato! A receita original conduzia a uma catástrofe, querida leitora e querido leitor. Não estivesse eu atenta por causa da hecatombe do polvilho, teria caído nesse conto do vigário para incautas cozinheiras. A indicação era de atacar com a batedeira ligada aquele monte de farinha e açúcar. Um perigo! Como não queria provocar novamente uma baderna poeirenta, certifiquei-me de que todos os ingredientes fossem misturados com uma espátula antes de ligar a batedeira, preservando assim meus cabelos, as superfícies da cozinha e a cã.
  6. Agora sim, bata com a batedeira por três minutos, tempo suficiente para que a massa do bolo afofe e o creme clareie um pouco.
  7. Separe meia xícara da massa e junte a ela o cacau e a água.
  8. Despeje a massa branca na forma. Sobre ela, coloque a massa de cacau e, com o garfo, brinque de mesclar as duas cores. Não faça isso por muito tempo, sob pena de transformar seu bolo mármore em um bolo de chocolate claro.
  9. Leve ao forno moderado por aproximadamente uma hora. Estará pronto quando a superfície estiver moreninha e, ao enfiar um palito no meio da massa, este saia limpinho.
  10. Espere arrefecer um pouco, desenforme e sirva morninho ou frio.
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Caldo de Carne Verdadeiro

A correria do diário muitas vezes nos impede de desfrutar o verdadeiro sabor dos alimentos, seja pela rapidez semi-automática no movimento de levar a comida à boca, seja no uso dos tão práticos porém padronizados temperos prontos de toda sorte.

Foi com o singelo intuito de resgatar o prazer embutido nas cocções mais fundamentais da culinária que ontem lancei-me o desafio de preparar um caldo de carne caseiro.

Com poucos ingredientes, um panelão, alguma paciência e quase nada de vigilância a leitora e o leitor queridos também podem tentar esta feita em casa.

As medidas podem variar de acordo com seu gosto, desde que respeitados alguns princípios. Uma batata, por exemplo, arruinaria com seu amido a transparência do caldo e impediria o armazenamento adequado. A listagem abaixo corresponde aos itens que utilizei.

Ingredientes:

  • 500 g de carne de músculo, sem gordura
  • 2 cenouras em rodelas grossas
  • 2 cebolas em cubos grandes
  • a parte verde de 2 alhos-porós [o ideal é usar 3 ramos de salsão, mas não tinha em casa no dia]
  • 2 folhas de louro
  • punhado de grãos de pimenta branca
  • sal

Como Fazer:

  1. Numa panela com capacidade para 5 litros, ponha a carne, uma colher de sal e água até mais ou menos a metade. Leve ao fogo até ferver.
  2. Note que uma espuma se formou na superfície. São impurezas que vêm à tona e devem ser descartadas para que seu caldo não resulte turvo e com gosto ruim. Pacientemente, sem desligar o fogo, vá retirando toda a espuma com uma colher ou escumadeira. Não há como precisar o tempo exato dessa operação, mas creio que deva ser algo como cinco minutinhos. Aproveite para fazer uma higiene mental, jogando fora também os ciscos acumulados no seu andar de cima :)
  3. Quando a água estiver clarinha, hora de juntar os vegetais e temperos, juntar um pouquinho mais de água quente se quiser e deixar a panela lá, fervilhando, semi-tampada, por umas duas horas.
  4. De vez em quando você pode espiar só para garantir que o fogo não apagou com uma corrente de vento, ou que a tampa se jogou la de cima.
  5. Passadas as duas horas, retire a carne e reserve para usar em outra preparação. Os legumes podem ser descartados, pois suas propriedades e sabor já passaram para o caldo, mas se você quiser ainda poderá incluí-los em alguma torta ou purê.
  6. Agora é preciso coar bem o caldo. Usei uma peneira beeeeeem fininhha, que mais parece um tecido. Na falta de uma, vale usar filtro de café ou um pano limpíssimo destinado para esse fim.
  7. Coado o caldo, hora de armazenar. O meu foi dividido em copos plásticos e levado ao freezer. Há quem use forminhas de gelo, mas acho pouco prático. Depois de prontos, os “picolés” podem ser retirados de suas formas e ensacados (uns três de cada vez) para ocupar menos espaço.

A senhora e o senhor podem achar antiquado de minha parte passar tanto tempo preparando algo que hoje é vendido em cubinhos por centavos de dinheiro. Mas é preciso experimentar o caldo preparado artesanalmente para entender que cada minuto da fervura se traduz numa sensação gostosa de comida de verdade :)

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Como remover odores do microondas

É provável que a querida leitora e o querido leitor já tenham passado pela situação desagradável de ter de aquecer/cozer algum alimento de cheiro forte no forninho microondas.

Para eliminar o cheirume do utensílio, recomendo um procedimento muito simples. Basta levar um refratário com água (mais ou menos meio litro) e meio limão, ligar o forno na potência máxima por três minutos e deixar o vasilhame arrefecer lá dentro, com a porta fechada. Funciona como mágica!

Para manter seu microondas sempre inodoro e limpinho, não deixe de limpar qualquer respingo na hora, com um pano úmido.

Jamais use abrasivos, esponja de aço ou quaisquer outros subterfúgios agressivos. Pano, água, esponja macia e cuidado bastam.

No máximo, um sabão neutro naquela mancha mais teimosa.

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Miscelânea com Curry

Miscelânea com Curry / Curry Mess

A ocasião faz o ladrão…e também o cozinheiro! Estava com ganas de comer um frango ao curry com arroz de jasmim, mas olvidei-me de pôr o arroz a cozinhar e a fome foi maior do que a paciência, de forma que empreguei o que me ocorreu na hora: talharim instantâneo. Ficou tão espetacular que resolvi dividir com a leitora e o leitor o meu improviso. A receita é para uma porção:

A ocasião faz o ladrão…e também o cozinheiro! Estava com ganas de comer um frango ao curry com arroz de jasmim, mas olvidei-me de pôr o arroz a cozinhar e a fome foi maior do que a paciência, de forma que empreguei o que me ocorreu na hora: talharim instantâneo. Ficou tão espetacular que resolvi dividir com a leitora e o leitor o meu improviso. A receita é para uma porção:

Ingredientes:

  • 1 colher de sopa de azeite de oliva
  • 1/2 peito de frango cortado em quadrados
  • 1 cebola pequena cortada em gomos
  • 1 cenoura em rodelas beeeeeem finas
  • 1/2 xícara de ervilhas
  • 2 colheres de sopa de curry em pó
  • 250 ml de iogurte natural
  • sal a gosto (não pode exagerar)
  • 1/2 pacote de macarrão instantâneo sem o veneninho ou meia placa de talharim instantâneo (daqueles que vêm numa embalagem comprida)
  • salsinha desidratada para polvilhar

Como fazer:

  1. Antes mesmo de ligar o fogo, recomendo deixar os ingredientes separados, pois a cocção é bastante rápida.
  2. Aqueça o óleo numa frigideira grande ou panela wok e deite ali o frango.
  3. Quando o frango estiver branquinho, adicione a cebola e mexa até que ela fique transparente, depois junte a cenoura. Polvilhe metade do curry e incorpore. Se ameaçar grudar no fundo, adicione um pouquinho de água quente, não mais do que 1/4 de xícara.
    Caso a leitora e o leitor não estejam habituados a esse tempero, recomendo, por cautela, usar uma colher de chá como medida inicial no lugar da colher de sopa. É possível adicionar mais no final.
  4. Quando a cenoura estiver macia, agregue as ervilhas e revolva tudo.
  5. Misture a outra metade do curry no iogurte, que vai ficar num amarelinho simpático e despeje o creme sobre o frango.
    Aqui, novamente, por precaução, você pode ir dosando a quantidade de curry para adaptar o tempero ao seu gosto. A quantidade que usei originalmente não deixou o prato nem muito forte, nem muito fraco, apesar de eu gostar bastante de um curry bem picante.
  6. Quando aquecer, abra caminho no meio, arrumando o frango e os legumes para a borda da panela, formando um laguinho. É nesse laguinho que você vai colocar o macarrão.
  7. Abafe a panela e aguarde uns três minutos, espiando na metade do tempo para separar a massa com um garfo e cuidar para não queimar.
  8. Prove o sal, adicione uma pitada se for preciso e sirva polvilhado com a salsinha desidratada.

A leitora e o leitor verão na foto que minhas rodelinhas de cenoura não foram muito finas. Isso ocasionou uma demora inesperada para amaciar, fato que ignorei e comi como se as rodelinhas crocantes fizessem parte do plano desde o início… mas cozidinhas teriam ficado mais gostosas :)

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