10.31.06

Quem tem Walita tem tudo!

Publicado em Liberte sua Dadivosa, Recordar é Viver às 11:09 am pela Dadivosa

Ao consultar este mesmo livreto de receitas Walita que veio com o super liquidificador da vó Nair, a jovem senhora dona de casa pode planejar-se para equipar sua casa com os mais modernos eletrodomésticos, a saber:
- Liquidificador
- Liquidificador Batedor
- Enceradeira
- Misturador de Massas
- Descascador
- Bojãozinho
- Batedeira de Bolos
- Infra-grill
- Ferro Elétrico
- Centrífuga
- Exaustor

P.S. 1: O folheto data do início da década de 1960.
P.S. 2: Para mais detalhes, a leitora pode clicar sobre sobre a foto para vê-la ampliada no Flickr (o álbum de fotos virtual).
;***

10.30.06

Copa, Copacabana

Publicado em Salgados, Liberte sua Dadivosa às 2:11 pm pela Dadivosa


(Troféu virtual criado pela Ana de Toledo)

 

Eis que Ana de Toledo, moça deveras simpática que nos brinda com registros fotográficos de antanho, notadamente da praia de Copacabana, resolveu promover uma brincadeira divertida na rede mundial dos computadores, o Concurso de Gastronomia CopacabAna de Toledo.

Não pude resistir ao convite e fui, lépida e fagueira, deixar nos comentários uma receitinha simples e rápida com o tema proposto.

Hoje, ao abrir meus correios eletrônicos, agarrou-me uma alegria alvissareira, pois meu singelo Sanduíche República do Peru foi agraciado com o troféu que podem ver acima.

É mister mencionar, portanto, que todos os meus mais sinceros agradecimentos vão para os leitores e leitoras do Dadivosa, muitos deles também dadivosos e prendados, que tanto me inspiram com suas receitas, comentários e visitinhas.

Deixarei aqui a receita tal e qual foi enviada para o concurso e, tão logo me seja possível, fotografarei o prato para mostrar a todos.

Sanduíche República do Peru
Toste um pão ciabatta grande cortado ao meio.
Respingue as metades com Vodka Absolut Kurant ou cachaça da boa mesmo (um pouco, pra não ficar molengo), depois esfregue o miolo com metades de tomate maduro, espremendo bem a polpa.
Monte o sanduíche usando fatias de queijo estepe, peito de peru e folhinhas de mini-rúcula.
Cubra com a outra metade da ciabatta, embrulhe o sanduíche com papel manteiga e corte na diagonal.
Para comer a dois, ao anoitecer, sentindo o corpo ainda quente de sol, acompanhado de um chopp gelado ou suco de abacaxi natural.”

.*. Atualização .*.

Conforme prometido, a foto:

Sanduíche República do Peru

10.27.06

Faça uma Geladeira Feliz

Publicado em Dicas, Utensílios às 3:10 pm pela Dadivosa

bestsellers, originally uploaded by criminal.

Após duas sessões de grande nostalgia, sinto-me no dever de varrer um pouco o cisco, abrir as janelas e trazer um arzinho de atualidade a esta cozinha virtual  alojada na rede-mundial-de-computadores.

Outrossim, deixo à estimada leitora e ao querido leitor uma sugestão:
1. dirija-se ao álbum de fotos do autor dos simpáticos magnéticos acima;
2. deleite o olhar com desenhos exclusivos e belíssimos e, quiçá,
3. adquira alguns exemplares desses alegradores instantâneos de geladeira!

Os meus já estão em uso há algumas semanas e posso atestar que embelezaram enormemente o meu lar.

P.S.: Para visitar o álbum, clique sobre a foto.

As Pitangas mais Doces do Mundo

Publicado em Recordar é Viver às 10:12 am pela Dadivosa

Não sei dizer se era um costume de priscas eras, uma habitude da colônia alemã, uma coisa de gente simples ou a mistura de tudo isso. O fato é que na família da vó há registro de diversos casos de irmãos de criação. Geralmente um primo ou prima (distante ou não) que morava junto, crescia junto e tinha status de irmão de sangue. 

A tia Lair era nossa tia-avó de criação. Ela e a vó Nair acabaram morando na mesma rua, a poucos passos de distância, bastando atravessar a rua para levar uma xícara de açúcar, um recado, um bolinho de chuva.

A casa da tia Lair, grande por fora, escura por dentro, de estilo enxaimel e decoração espartana, era um mundo à parte. O terreno, confesso, nunca cheguei a conhecer inteiro. Tinha um galpão-oficina do tamanho da casa, tinha horta, tinha vários pés de goiaba, limão, carambola, nêspera (que a gente chamava de ameixa amarela), pitanga, mixirica e outras que não chegava muito perto, pois eram guardadas por um cachorrão do qual só conhecia o latido, tamanho o medo que o tio Willy colocava na gente. Mas o medo do cachorro, sozinho, não era motivo pra eu preferir o interior da casa.

O que atraía os sobrinhos-netos para a casa da tia Lair era o cheirinho dos bolos que ela fazia para vender. Bolos de casamento, de bodas de prata, bodas de ouro, aniversário chiques, festas de quinze anos. Todos decorados com delicadas filigranas, rendas e bordaduras de glacê.

O glacê era sempre o mesmo: uma mistura de claras com calda em ponto de fio, aromatizada com limão, que depois de um tempo endurecia formando lindos suspiros. O máximo que a tia Lair se permitia incluir na decoração eram aqueles confeitinhos prateados em forma de bolinha, ou toques de anilina para colorir pétalas, folhas, arabescos e bordas rendilhadas.

Como falei, éramos atraídos pelo cheiro do bolo recém-saído do forno. Sabíamos que junto com o bolo vinha o glacê. E essa era a melhor parte. Podíamos chegar a qualquer hora do dia ou da noite, que a tia Lair sempre tinha glacê em casa, dentro do saco de confeitar, pronto para produzir os desenhos mais doces e lindos.

Sabendo disso, chegávamos já com a mãozinha estendida para receber as boas-vindas da tia Lair. E numa fração de segundos, sem que a gente precisasse dizer nada, ela depositava duas ou três pitanguinhas de glacê, bem no meio da palma da mão, perfeitas e branquinhas. Depois de lambermos as frutinhas de suspiro com os olhinhos fechados ela fazia outros desenhos, como flores e minhoquinhas, mas as pitangas eram como uma assinatura, uma senha para entrarmos naquele mundo doce que ela construiu. 

10.26.06

A Cozinha Maravilhosa de Ofélia [É recente, mas serve…]

Publicado em Liberte sua Dadivosa, Vídeos às 3:19 pm pela Dadivosa

Quem mais brincava de Ofélia?

Fiquei emocionada só de ouvir a musiquinha ;)

.*. Atualização .*.
Prestei uma singela homenagem sem querer, pois acabei de descobrir que foi em 26 de outubro que a Ofélia se foi, há oito anos.

10.25.06

Flan Mágico de Maracujá

Publicado em Doces às 4:08 pm pela Dadivosa

 

Originally uploaded by _Dadivosa.

É de bom grado que cumpro o prometido de publicar foto e receita de meu primeiro quitute confeccionado com o auxílio da Mágica, esta prática e versátil forma de matéria plástica que permite à senhora cambiar a decoração de seu preparado.

Este flan é muito ligeiro, leve, aerado, fácil de fazer e, se a senhora optar por empregar adoçante no lugar do açúcar, ainda resulta numa sobremesa de baixo teor calórico.

Ingredientes:
[Para o flan:]

  • 1 pacote (12g) de gelatina incolor sem sabor
  • 5 colheres de sopa de água
  • ¾ xícara de suco de maracujá concentrado
  • 500 ml de iogurte natural, de preferência caseiro
  • 1 xícara de açúcar ou o equivalente de adoçante culinário (usei uma colher de sopa deste último, concentrado, próprio para forno e fogão)

[Para a calda:]

  • 1 xícara de polpa de maracujá com sementes
  • 1 xícara de açúcar ou o equivalente de adoçante culinário (usei uma colher de sopa deste último, concentrado, próprio para forno e fogão)

Como fazer:

  1. Hidrate a gelatina conforme instruções da embalagem.
    No meu caso, fiz chover o pozinho por sobre a água, que estava depositada em uma cremeira de vidro.
    Misturei com a colher até formar uma papinha, diria que quase com a consistência de um gel. Levei a mistura ao microondas por 15 segundos e reservei.
  2. Deite no copo do liquidificador, nesta ordem: o suco, o iogurte, o adoçante/açúcar e a gelatina. Bata até homogeneizar.
    Como já protagonizei alguns malogros culinários envolvendo gelatina quente e iogurte gelado, desta vez fui astuta: aqueci levemente os potinhos, mergulhando-os em água quente, até que estivessem em temperatura ambiente para não provocar nenhum choque térmico e desonerar a emulsão. O suco de maracujá também estava em temperatura ambiente pelo mesmo motivo. Não posso precisar se foi este o fator crítico para o sucesso da sobremesa, mas definitivamente não desandou.
  3. Despeje com cuidado a mistura dentro da forma, que foi previamente molhada para não grudar. Cubra-a e leve à geladeira até endurecer. Meu flan só foi desenformado 24 horas depois, mas a senhora pode virá-lo em 4 horas, aproximadamente, desde que o preparado esteja sólido.
  4. Para preparar a calda, leve os dois ingredientes ao fogo e deixe ferver por um ou dois minutos, o suficiente para que se observe uma leve mudança na consistência do líquido, que deve engrossar um pouquinho.
  5. Após desenformar o flan, que por dentro apresenta buraquinhos tal qual uma mousse, sirva-o da maneira que maisquerer, derramando uma porçãozinha de calda para acompanhar.

10.24.06

Mais uma coisa querida

Publicado em Utensílios às 7:46 pm pela Dadivosa

 

Tupperware de Maçã, originally uploaded by _Dadivosa.

Não sei para que serve exatamente, mas achei tão querida esta maçã de tupperware (ou tupperware de maçã) que fui impelida a encomendá-la há duas semanas.

Ela chegou, finalmente, acompanhada da Mágica, aquela forma para gelatina com gominhos e tampinhas decoradas diferentes que ainda faz a alegria da petizada, mais outros potinhos de nomes menos pomposos, mas igualmente práticos, eternos e com gostinho de antigamente.

A foto não faz jus à fofice do utensílio, mas precisava muito mostrá-lo para a prendadíssima Carol Grilo, que confessou dia desses estar em uma fase maçã.

Fiz um flan de maracujá para inaugurar minha Mágica (e agora indispensável) e, se vingar, publicarei a foto em breve.

Queima-te Sésamo!

Publicado em Generalidades, Liberte sua Dadivosa às 11:36 am pela Dadivosa

A leitora não deve pensar que tenho horror à cidade grande, pois minha relação com São Paulo é justamente oposta.  Ao meu ver, as benesses de se residir numa capital com milhões e milhões de habitantes ultrapassa em muito os reveses.

E não me canso de agradecer o fato de poder contar com estabelecimentos de secos & molhados de extrema qualidade que ficam abertos bem depois de findo o horário comercial, para o deleite de notívagos, gourmets, gourmands e dadivosos em geral.

Ontem fui às compras em minha mais nova descoberta, um horti-fruti mui simpático a duas quadras de casa que oferece também queijos, vinhos, acepipes, açougue, peixaria e fresquíssimos sushis e sashimis. Passei por volta das 21 horas e, além da bandeja de sashimi, carreguei comigo tofu, missô e cebolinha para preparar um missoshiro.

“Vou deitar uma bela mesa”, pensei. Pus-me, alegre e faceira, a preparar a guarnição. Levei ao fogo uma frigideirinha com sementes de gergelim e, enquanto aqueciam, fui cortar finíssimas fatias de pepinos. “Vou polvilhar com açúcar e sal, tal como vi outro dia naquela receita de saladinha nem me lembro onde”, pensei.

Eis que chega o marido, com os olhos arregalados e apontando para o fogão. “Tá pulando tudo ali!”, disse assustado.

Calmamente, tomei uma tampa de panela, cobri as sementinhas, desliguei o fogo e voltei para a lida. Lavei e cortei a cebolinha, pus a água para aquecer, dissolvi o missô, cortei o tofu em quadradinhos. Comprei do macio por engano, mas tudo bem. Levei à mesa meu fofys-jogo-americano de maçã, o potinho para shoyu, os hashis…

Foi quando olhei para a cã, ela também com cara de interrogação,que tomei tento de meu derredor: a fumaça tomava conta do recinto! Eu havia virado o botão do fogão ao contrário, decerto. Corri para desligar o fogo com cuidado para não tropicar e nem tive coragem de abrir a tampa da frigideira. Abri todas as janelas, escorri o pepino daquele jeito mesmo, finalizei o missoshiro e quando sentamos à mesa a fumaça já havia dado uma trégua. Ou quase, pois o aroma indescritível de esturro quase podia sentar-se à mesa conosco, de tão presente.

Ao final da refeição, fui espreitar o que havia sucedido dentro da frigideira e mais fumaça escapou. E pude ver que o que antes era sésamo tinha virado carvão. E minha vontade de comer gergelim torrado sobre um arroz branquinho só fez aumentar.

Por isso, à leitora prendada, faço um apelo: como a senhora faz para torrar sementes de gergelim sem incendiar a casa? Qual seria a técnica correta?

.*. Atualização .*.

Agradeço enormemente a contribuição das leitoras e leitores dadivosos que por aqui passaram em auxílio ao meu cafife com o gergelim.

Aparentemente, o processo é deveras simples e rápido, rapidez esta que pode vir a ser um óbice para a realização da feita, dada minha conhecida falta de destreza na cozinha.

A ver se consiguirei da próxima vez ;***

10.23.06

E a chapa vai esquentar!

Publicado em Dicas, Utensílios às 9:31 am pela Dadivosa

A vida nas grandes cidades muitas vezes não mais comporta a aquisição de dezenas de jogos de jantar, dúzias de panelas e centenas de utensílios eletrônicos.

A opção por habitar apartamentos urbanos limita-nos violentamente o espaço para utensílios da cozinha, obrigando-nos, por vezes, a refrear instintos consumistas tão singelos quanto adquirir o último modelo de grill-família-super-jumbo-com-espátula-e-termostato.

Mas descobri uma saída, estimada leitora, para driblar a falta de espaço e ainda assim obter um aparelho multiprático para grelhar carnes com perfeição, doirar aquele queijinho coalho, sapecar legumes como berinjelas e abobrinhas etc.

Trata-se da rústica e funcional chapa de ferro, utensílio que, embora essencial, até ontem não havia adentrado meu lar. Mediante o pagamento de cinqüenta dinheiros, granjeei um belo exemplar de formato quadrado, na cor das asas da graúna, munida de canaletas laterais para escorrer eventuais gotículas de gordura, com cabo anatômico de madeira e tamanho ideal para ir ao bico do fogão.

Caso deseje comprar sua própria chapa de ferro, a senhora dona de casa deve procurar por uma peça que tenha sido previamente tratada, para evitar aqueles procedimentos infindáveis antes-durante-depois do uso.

Eu mesma estive diante de uma chapa bonitinha porém ordinária, que exigia uma esfrega com inhame ou casca de mamão (!) e mais uma lista recomendações a ser cumprida como ritual todas as vezes para o resto de nossos dias. Custava a metade do preço, mas sua manutenção seria um enfado, sem dúvida.

À inauguração de minha chapa quente compareceram espetinhos de queijo coalho, dois bifes de alcatra e algumas pétalas de cebola. Todos resultaram excepcionalmente apetitosos.

Após a refeição, a chapa já morninha foi esfregada sem esforço com esponja e sabão, depois banhada em água corrente e levada ao lume para secar completamente. E depois de fria, pude acomodá-la com folga num cantinho da prateleira das panelas, sem causar estorvo algum em minha cozinha de apartamento.

10.20.06

Bolo Rubi

Publicado em Doces às 6:00 am pela Dadivosa

Tomei conhecimento deste bolo de coloração ímpar num livreto editado pelo Senac com receitas saudáveis e muito baratas utilizando ingredientes de fácil obtenção para qualquer família brasileira.

O nome original não era assim tão pomposo e tive receio de que o título pudesse espantar aqueles leitores mais gastronomicamente ortodoxos, de forma que o batizei carinhosamente de Bolo Rubi, alcunha bastante mais meiga e aprazível.

Apesar de ter ido às compras exclusivamente para confeccioná-lo, olvidei-me de trazer laranjas, o que me obrigou a modificar um pouco a receita, como poderão ver nas observações. O resultado final não foi prejudicado, mas recomendo que você faça com a quantidade solicitada de suco (um copo) espremido na hora.

Sem mais delongas, deixo aqui minha própria versão da receita:

Ingredientes:

  • 1 copo (250ml) de suco de laranja [como só tinha uma laranja em casa, espremi a dita e arranjei-me completando o copo com água]
  • 4 xícaras de beterrabas picadas [orgânicas de preferência, bem lavadas, sem caules nem raízes, mas pode ser com um pouco da casca que faz bem]
  • 3 ovos [claras e gemas separadas]
  • 2 xícaras de açúcar  [achei muita coisa e cortei para uma]
  • ¾ xícara de óleo
  • 3 xícaras de farinha de trigo
  • 1 colher de sopa de fermento

[Opcional: calda de chocolate multiprática para cobertura ou açúcar de confeiteiro para polvilhar ou a cobertura que você preferir]

Como fazer:

  1. Ligue o forno na temperatura média para preaquecer.
  2. Unte a(s) forma(s) com margarina e polvilhe-a(s) com farinha de trigo.
  3. Coloque no copo do liquidificador o suco de laranja e as beterrabas. Bata bem até virar uma pasta. Na receita dizia que viraria um suco, mas acho improvável dada a quantidade da raiz tuberosa em comparação com o líquido. Reserve a papinha no copo do aparelho mesmo.
  4. Numa tigela grande, bata as gemas com o açúcar. A mistura formará uma espécie de gemada um pouco dura. Deite ali o óleo e bata com a colher de pau até ficar bem homogêneo, um pouco mais claro e fofo.
  5. A esse preparado amarelinho, vá deitando aos poucos a mistura de beterraba e misturando com a colher de pau. Pare um pouco e contemple: a cor não é espetacular? Não faça como eu! Mexa com cuidado e sem fazer muita balbúrdia para não respingar a massa rubra na roupa, no chão, nos olhos da cã companheira que assisita a tudo atentamente…
  6. Agora coloque a farinha aos poucos, sempre misturando com delicadeza até incorporar bem.
  7. Numa tigela menor, bata as claras em neve. Como na maioria das vezes sou uma jovem senhora à moda antiga, preferi fazer isso com um batedor de arame, ou fouet.
  8. Dotada de minúcia e paciência, coloque as claras na massa e vá mexendo de baixo para cima até misturar bem. Acrescente o fermento, misture e deite na(s) forma(s).
  9. Neste momento você notará que a quantidade de massa poderia bem servir para dois bolos de tamanho médio para grande. Aliás, da próxima vez devo fazer somente a metade da receita, pois a iguaria rendeu tanto que pude preencher seis forminhas de muffins mais uma forma de aro (daquelas com buraco no meio, de fazer pudim de leite).
  10. Leve ao forno, que já está preaquecido na temperatura média. Estarão prontos quando, ao enfiar um palito no meio, este saia limpo. Os muffins levaram exatos 40 minutos. O bolo grande levou uma hora.
  11. Espere esfriar um pouquinho, desenforme e aplique a cobertura que mais lhe aprouver. Pincelei uma finíssima camada de geléia de framboesas e polvilhei com açúcar de confeiteiro.

Estou aqui com a mente dadivosa a fervilhar com idéias de novas coberturas, mas vou deixar a estimada leitora decidir com o quê este bolinho sabe melhor ;)

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